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Em um cenário nacional marcado por catástrofes ambientais recorrentes e com grande potencial destrutivo na grande maioria dos eventos, torna-se urgente analisar como a sociedade e seus diversos atores se comunicam para compreender os problemas que degradam a vida em comunidade.
A crise climática não é um episódio isolado da esfera natural; ela é um fenômeno que impacta sujeitos de modo individual e coletivo, expondo os efeitos da devastação humana sobre o convívio social.
A busca por soluções para os problemas ambientais não pode ser dissociada do enfrentamento dos problemas sociais que definem e protagonizam o século XXI. Como seres que experienciam fenômenos climáticos coletivamente, devemos discutir a responsabilidade social atrelada ao uso do espaço físico e às relações que estabelecemos com o meio.
É nesse contexto que a desigualdade se manifesta de forma mais cruel: a questão climática avoluma as disparidades sociais, atingindo de maneira mais profunda aqueles que já se encontram em situação de vulnerabilidade.
Os cidadãos menos favorecidos social e economicamente são os mais tocados pelos efeitos da crise. A cada novo desastre, a fragilidade das habitações e do meio em que vivem não resiste às calamidades, tornando essas populações ainda mais empobrecidas e vulneráveis, em todos os sentidos, inclusive.
Esse ciclo de desastres agrava a dependência de medidas muitas vezes essencialmente assistencialistas e programas de renda que, embora sejam direitos fundamentais, dificilmente promovem a emancipação real do sujeito diante da perda constante de seu patrimônio e sua dignidade.
Lidar com os efeitos da exploração ambiental e social é um dos maiores desafios contemporâneos para as entidades científicas e governamentais. Reconhecer que os pobres são os maiores prejudicados pela crise climática é o primeiro passo para que cientistas e estudiosos do assunto, assim como sociedade civil e governantes articulem um pensamento interprofissional capaz de formular soluções que integrem preservação ambiental e justiça social.
Felipe Eduardo Ramos de Carvalho
Psicólogo – CRP 04/40703
Pós-graduado em Saúde Mental
Mestrando em Políticas Sociais – UFF/UFVJM
Professor da rede Doctum de Ensino
Coordenador do Curso de psicologia na unidade de Caratinga
Em um cenário nacional marcado por catástrofes ambientais recorrentes e com grande potencial destrutivo na grande maioria dos eventos, torna-se urgente analisar como a sociedade e seus diversos atores se comunicam para compreender os problemas que degradam a vida em comunidade.
A crise climática não é um episódio isolado da esfera natural; ela é um fenômeno que impacta sujeitos de modo individual e coletivo, expondo os efeitos da devastação humana sobre o convívio social.
A busca por soluções para os problemas ambientais não pode ser dissociada do enfrentamento dos problemas sociais que definem e protagonizam o século XXI. Como seres que experienciam fenômenos climáticos coletivamente, devemos discutir a responsabilidade social atrelada ao uso do espaço físico e às relações que estabelecemos com o meio.
É nesse contexto que a desigualdade se manifesta de forma mais cruel: a questão climática avoluma as disparidades sociais, atingindo de maneira mais profunda aqueles que já se encontram em situação de vulnerabilidade.
Os cidadãos menos favorecidos social e economicamente são os mais tocados pelos efeitos da crise. A cada novo desastre, a fragilidade das habitações e do meio em que vivem não resiste às calamidades, tornando essas populações ainda mais empobrecidas e vulneráveis, em todos os sentidos, inclusive.
Esse ciclo de desastres agrava a dependência de medidas muitas vezes essencialmente assistencialistas e programas de renda que, embora sejam direitos fundamentais, dificilmente promovem a emancipação real do sujeito diante da perda constante de seu patrimônio e sua dignidade.
Lidar com os efeitos da exploração ambiental e social é um dos maiores desafios contemporâneos para as entidades científicas e governamentais. Reconhecer que os pobres são os maiores prejudicados pela crise climática é o primeiro passo para que cientistas e estudiosos do assunto, assim como sociedade civil e governantes articulem um pensamento interprofissional capaz de formular soluções que integrem preservação ambiental e justiça social.
Felipe Eduardo Ramos de Carvalho
Psicólogo – CRP 04/40703
Pós-graduado em Saúde Mental
Mestrando em Políticas Sociais – UFF/UFVJM
Professor da rede Doctum de Ensino
Coordenador do Curso de psicologia na unidade de Caratinga
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